Prisão. Refém dos medos e sentimentos. Prisioneiro.
Vejo meus amigos num dia feliz e tenho inveja dessa tal felicidade. Os dias passam e a escuridão dessa cadeia me sufoca. Meus sentimentos estão confusos...perdidos. O vazio da alma, do coração sem nenhum reflexo ou retrocesso.
Longe..isolado...desterrado.
E a vida passa e perco tempo. Num lamaçal de erros me entrego sem reservas por falta de forças e nenhuma mão se estende. A liturgia do medo, da depressão que se desenrola em minha frente e me deixa mudo.
Um belo domingo. Não para mim. Já se foram os belos domingos. Hoje não há separação entre a rotina semanal e o repouso. O corpo mal descansa e a mente está desgastada de um processo acelerado e angustiante.
Eu: prisioneiro de mim..só nessa sarjeta...
Quem dera um dia rompessem as amarras, me liberassem desse fardo...
Quem dera...
José Batista Neto
Eu Prisioneiro de Mim
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